O mar esquentando
A água da Costa Verde vai ganhando temperatura semana a semana. O mergulho na enseada volta a chamar, o paddle e o kayak transparente viram rotina — e o banho de mar pede mais tempo.
Costa Verde · Expedições de primavera · 2026
Mar esquentando, dias longos e praias ainda calmas antes do verão. É trilha, é mergulho na enseada, é luau com fogueira na areia, café da manhã a bordo e chef com culinária caiçara. A Costa Verde inteira, vivida do mar — no ritmo da primavera.
Oportunidade 20 de outubro · Ilha Grande por R$ 1.545 — o menor preço da Ilha Grande na primavera →
Oportunidade da primavera 20 → 23 out
Terça a sexta · 3 noites a bordo
Expedição Ilha Grande
Lopes Mendes, Lagoa Verde e a Vila do Abraão numa terça, quarta e quinta-feira — sem o movimento de feriado e fim de semana. Mar esquentando, dias longos e as praias do jeito que elas são quando quase ninguém está lá.
a partir de
R$ 1.545
O menor preço da Ilha Grande em toda a primavera. A saída de 30 out sai por R$ 1.740 — R$ 195 a mais.
Zarpa em
Conheça por dentro
Aperte o play e veja como é viver a bordo: as trilhas da Costa Verde, o mar entre as ilhas de Paraty, a comida caiçara do chef, o luau na areia e a turma que embarca desconhecida e desce amiga.
6:57 min · com áudio · aperte o play
Mar, trilha e luz no mesmo roteiro
A expedição do Albatroz é sobre navegar, caminhar e viver o mar de perto. Na primavera, cada parte disso se encaixa: a água convida, o dia rende e a Costa Verde ainda está calma, do jeito que ela é antes do verão.
A água da Costa Verde vai ganhando temperatura semana a semana. O mergulho na enseada volta a chamar, o paddle e o kayak transparente viram rotina — e o banho de mar pede mais tempo.
O sol fica até mais tarde e o dia rende: dá pra trilha de manhã, praia à tarde e pôr do sol no convés, sem correr. Mais horas de luz, mais Costa Verde por dia de viagem.
As praias e enseadas ainda estão calmas, sem a lotação de dezembro em diante. Lopes Mendes com espaço na areia, o Mamanguá em silêncio e as datas com preço de antes da alta temporada.
Luau com fogueira na areia sem precisar de casaco, churrasco do chef no convés e o céu aberto em cima do barco ancorado. A noite da primavera foi feita pra ficar do lado de fora.
Cada parada abre numa caminhada
Cada parada da expedição abre numa caminhada — do mirante do fiorde à praia que só se chega por mar. Na primavera a mata está verde e, na volta da trilha, o mar já pede o mergulho.
Trilha icônica
A subida que entrega o mirante mais impressionante da Costa Verde — o único fiorde tropical do mundo inteiro aos seus pés. Recompensa de quem dorme ancorado no saco.
Mata atlântica
Da Praia do Pouso, 20 minutos de trilha na mata até uma das praias mais bonitas do mundo. Na primavera, areia branca e ainda vazia esperando do outro lado — antes do verão chegar.
Caminhada leve
Trilhas curtas entre a Praia Grande e a cachoeira de água doce, com parada obrigatória no pastel de arraia da Dona Dica. Pouco esforço, vista de sobra.
Foto da Praia Grande da Cajaíba: Fred Schinke (Flickr).
Mais que um passeio
Não é uma viagem. É a transformação do conceito de viajar: comida, gente, cultura e mar num ritmo só seu.
À noite, fogueira na areia aos pés do Pão de Açúcar, violão e o céu estrelado. O dia termina em volta do fogo, com a galera toda junta.
Acorda ancorado e toma o café no convés, de frente pra praias paradisíacas que só se alcança por mar. Não tem melhor lugar pra começar o dia.
Um chef prepara comida caiçara deliciosa todos os dias — churrasco no convés, almoço da terra e do mar, tudo quente e farto. Gastronomia local de verdade.
Vivência com a galera local: a cultura, as histórias, o jeito caiçara de viver o mar. Você não passa pela Costa Verde — você entra nela.
Mesa compartilhada, conversa que vira madrugada, gente que embarca desconhecida e desce amiga. A bordo, o coletivo é parte do roteiro.
Pescaria e kayak transparente vão junto; mergulho com cilindro é à parte, pra quem topar. Com o mar esquentando, a água chama — mas é convite, não obrigação. Você escolhe seu ritmo.
Aventura, sem abrir mão do aconchego
Expedição não precisa ser sinônimo de desconforto. A embarcação foi pensada pra você viver a aventura e voltar pro barco como quem volta pra casa.
Banho quente a bordo, depois da trilha ou no fim do dia. Dois banheiros pra não ter fila, mesmo com o barco cheio.
À noite, filme a bordo com a galera toda junta. O fim de dia perfeito depois da trilha.
Comida quente, ofuro, espaços pensados pra descansar e o cuidado da equipe do começo ao fim da viagem.
Banheiro a bordo · água quente
O que fica depois
Acordar ancorado, medir as horas pela próxima enseada e desaprender a pressa. Três, cinco dias depois, você volta com outra relação com o relógio — e com gente que embarcou desconhecida e desceu amiga.
"O Albatroz não é uma viagem. É o tipo de experiência que muda como você enxerga o tempo."
Quem já embarcou
Outubro a dezembro
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As próximas saídas já estão abertas
Roteiros de 2 a 5 dias saindo de Paraty, com vagas limitadas por expedição. Veja as datas, escolha a sua e garanta o lugar a bordo.